COMO É A RECICLAGEM DA RESINA PET?

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Não adianta fugir da realidade: estamos próximos de um futuro no qual a reciclagem será obrigatória, não mais opcional. A utilização desenfreada dos recursos naturais não renováveis e seu descarte inapropriado têm causado danos ao planeta que, futuramente, podem inviabilizar nossa existência na Terra. Além dessa razão, informar, educar e incentivar a reciclagem é benéfico não apenas para o meio ambiente, mas também para economia do país. Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) a economia brasileira perde cerca de R$ 120 bilhões por ano em produtos que poderiam ser reciclados, mas são deixados no lixo.

Mas, com o apoio de empresas públicas e privadas de produção de embalagens PET e de reciclagem, estamos avançando! Entre todos os produtos que podem ser reciclados, a resina PET é o segundo material de embalagem mais reciclado do país, de acordo com a Associação Brasileira da Indústria de PET (Abipet). Isso ocorre tanto pela popularidade e flexibilidade da resina, cujas propriedades podem ser moldadas para utilidades muito variadas, como indústria têxtil, automotiva, de embalagens, etc. De acordo com a Abipet, as empresas que reciclam a resina PET evitam até 87% de gasto a menos em energia elétrica e 86% menos água na produção de uma nova garrafa.

Como exemplo de empresa que impulsiona valoriza ações de sustentabilidade, a Spiltag oferece a opção de utilizar a resina PET PCR (resina pós-consumo) para todo o seu portfólio, agregando valor às embalagens sem perder a qualidade ou a uniformidade, pois utiliza-se apenas a PET PCR, homologada pela ANVISA e por órgãos norte-americanos.

Como é o processo de reciclagem da resina PET?

  • Após o descarte da embalagem: o material chega às triagens em centros de reciclagem para avaliação dos fardos.
  • Separação: para manter a uniformidade das tonalidades e a transparência da resina, os materiais coletados são separados de acordo com a cor, o conteúdo e a origem de descarte.
  • Lavagem: as embalagens são lavadas em uma peneira rotativa para retirar objetos menores, como tampas, papéis e pedras.
  • As garrafas PET passam por um processo de trituração, resultando em flocos.
  • Os flocos passam por um processo conhecido como extrusão, resultando nos grãos que são matéria prima para novas embalagens.

Como uma empresa que busca excelência tanto em seus próprios produtos como em todos os processos internos, a Spiltag acredita que a qualidade diferenciada de seus produtos é reflexo de um rigoroso padrão de qualidade que se inicia na especificação e na qualidade da matéria-prima, isto é, na utilização de uma resina PET PCR que seja referência no mercado, como, por exemplo, é o caso das resinas da Global PET. Em 2009, a Global Pet conquistou pioneiramente sua “Carta de Não Objeção” #133 no Food and Drug Administration, o FDA americano, documento que certifica a resina PET-PCR para ter contato com qualquer tipo de alimento ou produto químico.

Para conhecer o portfólio de embalagens PET para o setor de HPPC (Higiene Pessoal, perfumaria e cosméticos) da Spiltag, acesse: https://www.spiltag.ind.br/novo/categoria-produto/